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Os Mutantes lançam CD e DVD que marcam o retorno do grupo.

(Arnaldo Baptista, Zélia Duncan, Sérgio Dias e Dinho Leme)
Era para ser apenas uma entrevista para promover o lançamento do CD duplo e do DVD, lançados pela Sony Music, com a íntegra do histórico show gravado no dia 22 de maio de 2006 no Barbican Theatre, em Londres. A capa, inclusive, trás uma excentricidade: a imagem tem um código para ser decifrado.
Mas Sérgio Dias (produtor do projeto) e Zélia Duncan encerraram a entrevista realizada num hotel em São Paulo cantarolando em primeira mão versos de uma canção que pode estar no CD de material inédito que os Mutantes devem lançar em 2007. "Oh my baby why can’t you come home/ Oh my baby why don’t you come home/ To my arms/ Home to the arms that are waiting for you/ Home to the arms that are waiting", diz um trecho da letra, ainda sem título.
Depois dos bem-sucedidos shows nos Estados Unidos, que se seguiram ao de Londres, eles se preparam para o primeiro show da retomada dos Mutantes no Brasil, em São Paulo, no dia 25 de janeiro, com entrada franca, no aniversário da cidade natal do grupo, no Museu do Ipiranga. Uma semana depois o grupo se apresenta no Rio de Janeiro, no Vivo Rio. Depois seguem para Brasília, Goiânia e Belo Horizonte.

(A capa do CD/DVD ao vivo no Barbican Theatre)
Escrito por Claudio Junior às 08h03
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Álbum ao vivo do Black Sabbath?
Os fãs do Metal Clássico, que já estão agradecendo aos céus devido a excursão do Deep Purple pelo Brasil, ganharam mais um motivo para pularem de alegria. Um show antológico da banda Black Sabbath, gravado em setembro de 1978, no Civic Arena em Pittsburgh, nos EUA, tem tudo para ser lançado no mercado brevemente.
O registro está atualmente em poder da empresa Wolfgang's Vault, que sinalizou com a possibilidade de comercializar a apresentação, que conta com as seguintes músicas:
01. Snowblind 02. Black Sabbath 03. Dirty Women 04. Rock & Roll Doctor + Drum Solo 05. Guitar Solo 06. Electric Funeral 07. Iron Man 08. Fairies Wear Boots 09. Children Of The Grave 10. Paranoid
Escrito por Claudio Junior às 07h54
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In Utero (1993)
Este é o último disco de estúdio do Nirvana. E foi lançado em meio a brigas da banda com o produtor Steve Albini, visitas freqüentes de Kurt Cobain a clínicas para desintoxicação e apenas sete meses antes do seu suicídio. Ainda com as melodias guitarreiras do anterior Nevermind, apesar de mais polido, o disco não tem o mesmo chamativo comercial, tanto que foi muito elogiado pela crítica, mas que acabou por vender abaixo do esperado.
1. Serve The Servants - Guitarras distorcidas em uma levada de andamento arrastado. Microfonia a vontade. Baixo discreto e pesado. Destaque para a bateria muito bem executada e criativa. Rock cru, porém contido. Boa canção que alcançou relativo sucesso. 2. Scentless Apprentice - Esta música se originou de uma linha de bateria composta por Dave Grohl, por isso a levada tribal. Guitarra e baixo executando o mesmo riff. Alguns efeitos são percebidos na voz de Kurt Cobain, que berra mais do que canta, expondo todo o seu sofrimento. Canção mediana. 3. Heart-shaped Box - Baixo marcado e melodia guitarreira. Canção melancólica e forte. Bateria discreta, mas muito bem tocada. Kurt Cobain canta muito bem, indo de vocalises harmônicos a gritos enlouquecidos. Música muito boa, que alcançou bastante sucesso. 4. Rape Me - O riff de guitarra é muito parecido com o megahit Smells Like Teen Spirit. Talvez um protesto ao próprio sucesso. Bateria enlouquecida e precisa de Dave Grohl. Um ótimo momento de Kurt Cobain no disco, excelente vocal. Uma das melhores músicas do disco. 5. Frances Farmer Will Have Her Revenge On Seattle - Introdução feita no baixo. Punk rock com melodias guitarreiras muito bem construídas e microfonia abundante. Bateria agressiva como sempre. Uma canção mediana que às vezes soa repetitiva. 6. Dumb - A primeira balada do álbum. Destaque para o acompanhamento do cello executado com muita classe por Kera Schaley. Guitarra e baixo melancólicos e uma bateria discreta. Uma boa canção. 7. Very Ape - Punk rock curto e grosso. Guitarra com um riff esquizofrênico. Bateria maníaca que guia as melodias com um toque insano da música. Boa canção. 8. Milk It - Uma introdução de baixo e bateria. Vira uma pedrada na moleira. Riff's característicos, bateria nervosa, baixo discreto e berros desesperados. Boa canção. 9. Pennyroyal Tea - Esta música trata de um método de indução ao aborto. Melodia grandiosa que Kurt Cobain musicou de forma incrível. Ótimas linhas de baixo. Backing vocals bem arranjados. Bateria primária, mas eficiente. Uma das melhores músicas do disco. 10. Radio Friendly Unit Shifter - Rock bastante cru. Microfonia constante e sem polimentos. Destaque para a bateria pesadíssima. Vocal arrastado, quase falado. Canção Fraca. 11. Tourette`s - Punk rock pesadíssimo. Riff de guitarra neurótico. Bateria esmurrada por Dave Grohl. Kurt Cobain se esgoelando no microfone. Canção mediana. 12. All Apologies - Canção melodiosa bem construída. Riff de guitarra quase delicado. Baixo marcado. Bateria executada com qualidade. Há até um arranjo orquestrado no fundo. Uma boa canção. 13. Gallons Of Rubbing Alcohol Flow Through The Strip - Esta é uma faixa que reserva surpresas para quem tiver paciência de esperar ela ser iniciada. Foi gravada nos estúdios da BMG Ariola, no Rio de Janeiro, quando da passagem da banda aqui no Brasil para o Hollywood Rock, em 1993.

Escrito por Claudio Junior às 07h38
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David Gilmour homenageia Syd Barrett.
Syd Barrett foi considerado um gênio da música quando juntou-se a Roger Waters e Nick Mason em 1965 e foi o responsável por várias composições de The Piper at The Gates of Dawn, álbum de estréia do Pink Floyd. Mas seu comportamento inconstante potencializado pelo uso excessivo de drogas lisérgicas foi minando a sua criatividade e culminou com a sua saída da banda em 1968. Syd Barret ainda lançou dois álbuns solo, The Madcap Laughs e Barrett, sem muita repercussão.
O guitarrista do Pink Floyd, David Gilmour, anunciou o lançamento de um EP com três faixas que presta uma homenagem a Syd Barrett, falecido em julho deste ano.
O EP de David Gilmour, que chega às lojas européias no dia 26 de dezembro, vai trazer a música Arnold Layne, primeiro single do Pink Floyd, lançado em 1967, em uma versão com vocais de David Bowie e outra com vocais de Richard Wright, tecladista do Pink Floyd. Além desta faixa, o EP ainda tem uma versão acústica de Dark Globe, música do primeiro álbum solo de Barrett.
Escrito por Claudio Junior às 08h03
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